A revista BMJ Simulation Enhanced Learning (BMJ STEL) publicará, ao longo da semana, um estudo desenvolvido pela CMA em parceria com a Rede D’Or São Luiz

A intubação orotraqueal (IOT) é um procedimento frequente durante a assistência ao paciente, principalmente no cenário que estamos vivendo da pandemia de COVID-19. Este procedimento pode ocasionar a dispersão de aerossóis, com risco de contaminação da equipe assistencial. A recomendação para que a IOT seja realizada pelo profissional com maior experiência alcançou os anestesiologistas na linha de frente do cuidado.

Para garantir a segurança dos profissionais e desfechos positivos para o paciente durante o procedimento, a CMA conduziu um estudo avaliando o procedimento de IOT com técnicas e profissionais de especialidades diferenciadas.

A técnica de IOT com dispositivo redutor de dispersão de aerossóis com fio-guia mostrou-se segura, efetiva e pode ser incluída como estratégia inovadora nas intubações em pacientes com COVID-19. O uso de fio-guia, sobretudo para médicos não anestesistas, foi um fator relacionado ao sucesso do procedimento e redução de danos ao paciente e contaminação da equipe assistencial. A utilização preferencial de videolaringoscópio, apesar de positiva à primeira vista, pode ser de difícil execução para profissionais sem o adequado treinamento. Estes resultados permitiram adequação do protocolo institucional de manejo da via aérea neste perfil de pacientes, com maior segurança e qualidade ao paciente e profissionais assistenciais.

Estudo: ADESÃO AO CONTROLE GLICÊMICO GUIADO POR METAS NO PREOPERATÓRIO EM PACIENTES DE ALTO RISCO
Anestesia para Parto: O que é preciso saber?

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